LITORAL do PARANÁ

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Morretes

Pontos Turísticos de Morretes

Igreja de São Sebastião do Porto de Cima
Devoção de origem portuguesa, a igreja foi construída na primeira metade do século XIX e inaugurada em 1850. A arquitetura externa, com características coloniais, foi bastante modificada. Internamente, sua arquitetura é rica. Foi tombada e restaurada pelo Patrimônio Histórico e Artístico do Paraná em 1963. Localiza-se no povoado de Porto de Cima.
Igreja Matriz de Nossa Senhora do Porto
Inaugurada em 1850, possui em seu interior uma Via-Sacra a óleo executada pelo famoso pintor morretense Theodoro de Bona. Em frente à igreja está instalado um sino, vindo de Portugal, com o brasão do Império, fundido no ano de 1854, além de uma cruz que data da passagem do século e um relógio em sua torre que funciona desde a fundação da igreja. Localiza-se no Largo da Matriz.
Igreja de São Benedito
Seu estilo é colonial e seu acervo artístico e histórico permanecem bem conservados. Consta como construída por escravos em 1765. Foi tombada pelo Patrimônio Histórico do Paraná em 1990. Localiza-se na confluência das Ruas Conselheiro Sinimbu e Fernando Amaro.
Marco Zero
Em 31 de dezembro de 1733, fixou-se o Marco Zero, quando o Ouvidor Rafael Pires Pardinho determinou aos oficiais da Câmara Municipal da Vila de Morretes, que demarcassem 300 braças para delimitação do município. Localiza-se às margens do Rio Nhundiaquara, na Rua General Carneiro.
Estação Ferroviária
Datada de 1885, o antigo prédio deu lugar a uma estação com características modernas que possui lanchonetes, sanitários e barracas com produtos artesanais. Dela tem-se uma bonita visão das montanhas da Serra do Mar. Localiza-se na Praça Rocha Pombo.
Porto de Cima
Povoado situado ao pé da Serra do Mar, teve seu apogeu em decorrência dos engenhos da erva-mate e, nas últimas décadas do século XVIII passou a ter grande importância econômica como entreposto comercial entre o litoral e o planalto. Guarda ainda vestígios de seu passado retratado pelas ruínas de engenhos, casarões e calçadas de pedras. Atualmente possui praia fluvial, área para acampamento e pousada.
Área Especial de Interesse Turístico do Marumbi
Criada com o objetivo de disciplinar e controlar a ocupação do solo, proteger os recursos naturais renováveis, as paisagens, as localidades e os acidentes geográficos naturais adequados ao repouso e a prática de atividades recreativas, desportivas ou de lazer. Compreende grande parte da Serra do Mar abriga um elenco de atrações como: Estrada da Graciosa; Estrada de Ferro Morretes-Curitiba; Mananciais da Serra; Caminhos da Graciosa, do Arraial, do Itupava e da Cachoeira; e parte da represa do Capivari, numa área que abrange outros municípios do Litoral e Região Metropolitana de Curitiba. Localiza-se no Parque Estadual do Marumbi.
Parque Estadual do Pau Oco
Criado em 1994, com o objetivo de proteger em seus 905,58 hectares, remanescentes da Floresta Atlântica, cachoeiras como o Salto da Fortuna com 40 metros de queda, que forma em sua base uma grande piscina natural, o Caminho Colonial do Arraial, antiga ligação entre o Litoral e Curitiba (aberto entre os anos de 1586 e 1590) e uma antiga capela utilizada pelos faiscadores da época para pedir proteção nas expedições em meio a Serra do Mar.
Parque Estadual Pico do Marumbi
Criado em 1990, abriga o Pico Marumbi, também conhecido como Olimpo, com 1539 metros, é o ponto preferido para a prática do montanhismo, por proporcionar escaladas em todas as modalidades e graus de dificuldade. No caminho entre a estação e o Pico Marumbi, situa-se a cascata dos Marumbistas, uma queda d'água quase vertical, com uma altura de aproximadamente 50 metros. O acesso se dá pela Estação do Marumbi, da Ferrovia Morretes/Curitiba ou pela Estrada das Prainhas partindo de Porto de Cima.
Estrada da Graciosa
A Estrada da Graciosa, um percurso diverso do Caminho da Graciosa, teve sua construção iniciada no governo do Presidente da Província Zacarias de Góes e Vasconcelos, não se sabendo exatamente quando foram concluídas suas obras (acredita-se que tenha sido por volta de 1873). É hoje um local de lazer, com churrasqueiras, sanitários, quiosques para venda de produtos típicos, mirantes, a ponte de ferro sobre o Rio Mãe Catira e o Portal da Graciosa.
Caminhos Coloniais
Os caminhos coloniais eram a única ligação entre o litoral e o planalto paranaense, em meados do século XVII. Por eles subiram os predadores de índios, os faiscadores de ouro e os homens que povoaram os Campos de Curitiba e os Campos Gerais. Os caminhos surgidos espontaneamente, de acordo com a necessidade no início da colonização, hoje são percorridos pelos que buscam o naturalismo e o turismo ecológico, que pode ser desenvolvido nos Caminhos da Graciosa e do Itupava.
Caminho da Graciosa
Teve sua construção em duas etapas: a da Serra do Mar, entre 1646 e 1653 e até o Atuba, entre 1848 e 1870. Este caminho foi trilha dos indígenas, que desciam a serra para mariscar no litoral e depois subiam na época do pinhão. Em 1653 o caminho foi abandonado (sendo substituído pelo Caminho do Itupava), a abertura definitiva só foi possível após a Emancipação da Província, em 1872.
Caminho do Itupava
Aberto a partir de uma trilha indígena do período pré-colonial e calçado com pedras irregulares no século XIX, o Caminho do Itupava liga os municípios de Morretes e Quatro Barras. Com vinte e dois quilômetros, totalmente restaurado, com recuperação do piso, limpeza e construção de sete passarelas e três pontes semipênseis, o caminho cruza três unidades de conservação: a AEIT do Marumbi e os Parques Estaduais do Pico do Marumbi e Serra da Baitaca, atraindo aventureiros de várias regiões do Brasil e atingindo até o publico internacional, mostrando a grande beleza cênica, da mais rica floresta tropical úmida do mundo.
Salto dos Macacos / Salto Redondo
O Rio dos Macacos cai de uma altura de 70 metros, sobre uma laje granítica, formando uma piscina natural. Em seguida, como um degrau, forma outro salto, o Redondo, com aproximadamente 30 metros de queda livre e 20 metros de largura, proporcionando um espetáculo, que pode ser avistado ao longe, durante a viagem de trem ou litorina. Para admirar de perto a beleza cênica do conjunto, dois são os caminhos de acesso: por ferrovia, desembarcando na Estação do Marumbi, ou via Porto de Cima pela Estrada de Prainhas.
Estrada das Prainhas
É na verdade um trecho do antigo Caminho Colonial do Itupava, que liga Porto de Cima à Estação de Engenheiro Lange. Corre paralela ao rio Ipiranga, que deságua no Nhundiaquara. Este trecho do rio é o mais procurado por quem deseja descer o rio de bóia. Acesso ao Salto dos Macacos, ao Caminho do Itupava, ao Conjunto Marumbi e à Usina Hidrelétrica de Marumbi.
Rio Nhundiaquara
O rio que serviu como primeira via natural de ligação entre o litoral e o planalto, sendo navegado pelos descobridores já em 1560, permite a prática de esportes como canoagem, bóia-cross e pescarias. Como atrações destacam-se a Ponte Velha, sobre o rio no centro da cidade, considerada uma obra de arte com portais rebuscados, inaugurada em 1912 e recuperada em 1975, por ser uma importante via de comunicação da cidade e por sua importância histórica e turística no contexto de Morretes.
Rio Mãe Catira
Atravessa a Estrada da Graciosa na região ao pé da Serra e logo abaixo se conflui com o rio São João para formar o rio Nhundiaquara. O acesso pode ser feito pelo Recanto Mãe Catira, na Estrada da Graciosa.
Véu da Noiva
Cachoeira do rio Ipiranga com aproximadamente 70 metros, que pode ser apreciada da Estrada de Ferro, próxima à Estação Véu da Noiva.
Morro do Sete
Porção oriental do conjunto Marumbi de aproximadamente 1450 metros, de difícil acesso (5 horas de subida) propício para montanhistas, com visão de grande parte da planície litorânea. Acesso pela Estrada da Graciosa.
Estrada do Central
Ligação alternativa por estrada (não pavimentada) entre Morretes e Porto de Cima, a qual atravessa o leito do rio Nhundiaquara. No local podem ser visualizadas ruínas de antigas construções e da Usina de Açúcar.
Estrada do Anhaia
A Estrada do Anhaia, a partir da ponte do rio do Pinto (primeiro Porto Real de Morretes) é na verdade a remanescente do Caminho do Arraial, primeira ligação entre o litoral e o planalto, aberto entre 1586 e 1590. Com alambiques (dois ativos e vários desativados).
Curva da Preguiça
Curva do rio Nhundiaquara acompanhada pela Estrada da Graciosa, procurada por pescadores. Um dos pontos de partida para descida de bóia-cross e para o Salto do Tombo d’Água, cachoeira de aproximadamente 30 metros, de fácil acesso, num percurso de 45 minutos. No local podem ser vistas ruínas das comportas de engenho.
São João da Graciosa
Lugarejo com venda de produtos artesanais. Localiza-se a 13 km do município de Morretes, bifurcação da Estrada da Graciosa. Acesso ao Salto Redondo.
Rua das Flores
Calçadão com seus casarios históricos e a casa onde pernoitou D. Pedro II, o Marco Zero, chafariz, coretos e o primeiro telégrafo da cidade.
Passeio de Trem (Morretes/Curitiba)
Pela Estrada de Ferro Morretes/Curitiba, obra prima da engenharia, inaugurada em 1885, cortando a Serra do Mar por dezenas de pontes e túneis esculpidos em rocha. Informações com Serra Verde Express Tel. (41) 3462-1265 / 3462-2600 ou em Curitiba (41) 3323-4007
Santuário Nhundiaquara
Estrada das Prainhas, km 2 Porto de Cima Tel. (41) 3462-1938 e-mail: info@nhundiaquara.com.br home page: www.nhundiaquara.com.br Horário de visitação: terça-feira a domingo das 10h às 18h
Chácara Reomar
Estrada da Limeira, km 6 (Morro Alto). Tel. (41) 3462-2299 Horário de visitação: sábados, domingos e feriados das 8h às 18h
Recanto Cascatinha Marumbi
Estrada da América (acesso pela Rua Marcos Malucelli, a 6 km do centro) Tel. (41) 9978-3794

Fonte: Secretaria de Estado do Turismo - Paraná

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